Namoro e Encontros
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Home theaters para quem não tem espaço sobrando em casa

quarta-feira, 23 de setembro de 2009


Com espaços cada vez mais reduzidos, é um incômodo instalar sistemas de home theaters com muitas caixas acústicas, como no caso dos 5.1, 6.1 ou 7.1. Como não há lugar para espalhar as caixas pelo cômodo e queremos dar um upgrade no som da TV, precisamos de home theaters pequenos, que caibam em nossa sala ou nosso quarto.

Compactos, mas com qualidade sonora

Normalmente compramos um home theater quando o som da TV não nos satisfaz mais. Então, buscamos um aparelho que nos dê uma sensação próxima a oferecida em um cinema, na comodidade da nossa casa. É aí que entram os home theaters.

Os equipamentos são formados por um receiver e caixas acústicas, responsáveis por distribuir o som pelo ambiente, dando a sensação de estar dentro da cena do filme. Os mais comuns hoje em dia são os 5.1, formado por 5 caixas acústicas e 1 subwoofer, responsável pelos graves.

O problema é que um dispositivo 5.1 ocupa muito espaço. Nesse caso, podemos optar por aparelhos menores, que são home theaters com apenas 2 caixas acústicas no caso dos 2.0 e 2 caixas acústicas mais subwoofer, no caso dos 2.1.

Criado microprocessador que funciona com ar

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Computadores são muito simples


Quando você pensa em computadores, pensa em microprocessadores feitos de silício e outros materiais semicondutores, produzidos em salas ultralimpas localizadas em fábricas que custam bilhões de dólares.
E certamente você pensará também nos transistores, os elementos fundamentais dos microprocessadores e de todos os demais chips. É comum uma analogia entre os processadores e a matéria, ressaltando que os transistores seriam os átomos com que todos os circuitos integrados seriam construídos.
Logo, como não se tem matéria sem átomos, seria impossível ter processadores - e, portanto, computadores - sem os transistores, certo?
Errado. Apesar de serem os equipamentos mais complexos, versáteis e poderosos que o homem já construiu, o princípio de funcionamento dos computadores - ou dos processadores, que são a alma dos computadores - é notavelmente simples. Salvo algumas poucas funções em que os transistores funcionam como amplificadores, no interior de um processador eles são unicamente chaves liga-desliga.
Essas chaves são dispostas em sequências bem definidas e repetitivas, umas agindo sobre as outras da maneira mais simples possível, ou seja, de forma unidirecional. Ligue a chave 1 e as chaves 2 e 3 que estão conectadas a ela receberão corrente elétrica e, conforme estiverem ligadas ou desligadas, deixarão a corrente elétrica passar para as chaves 4 e 5 ou 6 e 7. E assim por diante.

Processador a ar

Ora, se você só precisa de chaves liga-desliga para fazer um processador, então você pode construir um computador com qualquer dispositivo que funcione como uma chave. Por exemplo, você pode construir um computador com canos e torneiras - a água fará o papel da eletricidade e as torneiras farão o papel dos transistores. Ou você pode substituir a água por ar, o que dará no mesmo.
Não apenas para demonstrar que essa possibilidade é real, mas também para construir um computador não-eletrônico que possa ser usado em biochips, pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, fizeram exatamente isso: eles construíram um processador que funciona usando o ar que flui por microcanais. Unindo os microcanais, foram postas pequenas chaves que liberam ou interrompem o fluxo de ar, exatamente como os transistores fazem em um processador eletrônico.
Enquanto no processador eletrônico a presença de eletricidade (chave ligada) é interpretado como 1 e a ausência de eletricidade (chave desligada) é interpretada como 0, os bits no processador a ar são criados pela presença ou ausência de ar nos microcanais.

Portas lógicas a ar

Uma corrente de 0s e 1s flui através dos microcanais do processador a ar, com válvulas pneumáticas controlando o fluxo do ar entre os diversos canais. Para simplificar as válvulas, os pesquisadores Minsoung Rhee e Mark Burns construíram os canais na forma de duas câmaras, separadas por uma membrana flexível. Quando a câmara inferior recebe ar, ele força a membrana para cima, fechando a válvula, evitando que o sinal binário flua pelas junções seguintes de forma desordenada. Para desligar a válvula, basta retirar o ar da câmara inferior.
A seguir, os dois pesquisadores usaram esse sistema de válvulas pneumáticas - que poderiam ser válvulas hidráulicas em um encanamento de água, varetas amarradas por cordões ou até mesmo, pasmem, transistores interligados por fios - para construir blocos básicos de cálculos, chamados portas lógicas, flip-flops, registradores e assim por diante - exatamente os mesmo blocos básicos existentes em um processador eletrônico.

Processador para biochips

Usando a facilidade das tecnologias de microfabricação - que são mais fáceis de mexer do que canos de PVC cheios de água - eles construíram um conjunto de microcanais capaz de funcionar como um processador de 8 bits, exatamente como o processador dos primeiros computadores do início da década de 80.
Esse processador lógico que dispensa eletricidade, baterias e fios, e se dá muito bem com os materiais líquidos sempre presentes nos laboratórios, deverá dar um novo impulso ao campo dos biochips, verdadeiros microlaboratórios utilizados na análise de amostras biológicas e com potencial para se transformar em microfábricas capazes de gerar compostos químicos superpuros, de forma contínua e com altíssima produtividade.

Processador sem fios

O processador a ar precisa de uma bomba externa para funcionar, mas a pressão e o volume de ar fornecidos por essa bomba são tão pequenos que o aparato é minúsculo e muito mais simples do que os controles eletrônicos que devem ser conectados aos biochips atuais. Veja, por exemplo, um biochip de última geração, apresentado há poucas semanas, que é capaz de fazer mais de mil reações químicas simultâneas - apesar do avanço que ele representa, chama a atenção a enormidade de fios que derivam dele. E a foto naquela reportagem não mostra o aparato aonde chegam esses fios. No caso do novo processador a ar, o seu controle externo se resumirá a um cano flexível para a passagem de ar.
A ideia de processadores não-eletrônicos tem várias outras possibilidades de uso, incluindo a automação industrial, onde grande número de equipamentos já funciona por meio de sistemas a ar comprimido. A maioria desses equipamentos opera baseado em cálculos muito simples, como aceitar ou rejeitar um produto baseado na leitura de um sensor. Processadores a ar comprimido poderiam simplificar as linhas de montagem, além de diminuir o consumo de energia e dispensar a presença de sistemas eletrônicos que operam muito aquém de suas capacidades.

Energia eólica sozinha pode suprir todas as necessidades da China


Uma equipe de pesquisadores das universidades de Harvard, nos Estados Unidos, e Tsinghua, na China, concluíram que todas as demandas de eletricidade da China, previstas para o ano de 2030, poderiam ser supridas utilizando unicamente a energia dos ventos. O estudo levou em conta não apenas os dados naturais - meteorológicos, de relevo etc. - mas também as restrições e os incentivos governamentais chineses para cada região e as restrições de natureza econômica para os locais onde é inviável levar a energia eólica.

Matriz energética limpa

A mudança de uma matriz energética fortemente baseada no carvão, petróleo e gás natural, para outra inteiramente limpa, baseada na energia dos ventos, poderia, adicionalmente, reduzir a poluição e as emissões de CO2 daquele país, atualmente o maior responsável pelo lançamento na atmosfera de gases de efeito estufa gerados pelo homem.
A China não está parada quanto à adoção da energia eólica. O país já é o quarto do mundo em capacidade instalada de fazendas de vento, atrás dos Estados Unidos, Alemanha e Espanha.
Apesar disso, a energia eólica responde por apenas 0,4% do total de eletricidade gerada no país. Levando em conta todas as fontes de geração, a China é o segundo país do mundo em geração de eletricidade, com 792,5 gigawatts, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Viabilidade da energia eólica

"Para determinar a viabilidade da energia eólica para a China, nós estabelecemos um modelo econômico regional, incorporando os incentivos governamentais e calculamos o custo da energia com base na geografia," explica Xi Lu, um dos autores do estudo.
Os pesquisadores utilizaram dados meteorológicos do satélite GEOS da NASA. Eles também consideraram que a energia seria gerada em fazendas terrestres formadas com turbinas de 1,5 megawatt de potência cada uma, ocupando áreas rurais sem florestas e não sujeitas ao congelamento no inverno e com inclinação máxima de 20 por cento.
A análise indicou que uma rede de turbinas eólicas operando a apenas 20% da capacidade poderia gerar 24,7 petawatts/hora de eletricidade anualmente, mais de sete vezes o consumo da China atualmente. Essa rede seria suficiente para acomodar toda a demanda chinesa de energia projetada até o ano de 2030.

Microrrobôs voadores terão asa de inseto e giro de helicóptero

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Imitar a natureza tem sido uma tática de muito sucesso entre os cientistas, principalmente entre os construtores de robôs. Afinal, reproduzir técnicas de movimento e voo que a natureza levou milhões de anos para aprimorar parece ser uma opção inteligente.
Mas sempre restou uma dúvida entre os cientistas quando o assunto é a construção de microrrobôs voadores. Há insetos que voam batendo as asas e há insetos que voam girando as asas. Qual seria a melhor abordagem?

Eficiência no voo

É praticamente um consenso entre os cientistas que os microrrobôs com asas, imitando as libélulas, seriam mais eficientes em termos de gasto de energia do que microrrobôs dotados de hélices, como helicópteros, ou mesmo do que aqueles que voam como aviões. E energia é algo valioso quando se trata de fazer voar um robô que pesa poucos gramas e não pode se dar ao luxo de carregar grandes baterias.
David Lentink, da Universidade de Wageningen, na Holanda, resolveu tirar a prova, testando esse consenso, a fim de obter uma resposta definitiva sobre qual design da natureza é melhor copiar. Ou mesmo se o projeto dos helicópteros seria o melhor.
Para isso, ele fez o que nenhum roboticista havia feito até agora: ele comparou rigorosamente o gasto de energia das asas de um microrrobô entre os dois tipos de movimento, batendo e girando.

Asas que batem e asas que giram

O pesquisador construiu as asas, inspiradas nas asas de uma mosca, mas em tamanho ampliado. A seguir, mergulhou-as em um tanque com óleo e comparou o gasto de energia quando as asas são postas para bater e quando elas são postas para girar, como os helicópteros fazem com suas asas giratórias.
O resultado não deixa margem a dúvidas: um microrrobô pode economizar até 50% de energia se ele fizer as asas girarem, como um helicóptero, em vez de batê-las para tentar imitar um inseto ou um pássaro, mantendo o mesmo nível de sustentação.

Voo híbrido

A descoberta influenciará todo o futuro desenvolvimento de microrrobôs voadores, que poderão passar a ter um desenho híbrido e usufruir da eficiência dos dois elementos: o desenho da asa dos insetos, que é mais leve e mais eficiente nessa escala, e o giro usado nos helicópteros.
A movimentação circular das asas também é mais econômica em termos de equipamentos, uma vez que elas podem ser conectadas diretamente ao eixo do motor, sem necessidade de nenhuma engrenagem ou sistema complicado de controle.
O consenso também caiu por terra. "Os engenheiros acreditavam até agora que máquinas voadoras do tamanho de moscas deveriam voar como uma mosca para serem energeticamente eficientes, mas nós demonstramos que isso não é verdade," diz Lentink.

Vórtices de sustentação

O vórtice responsável pela sustentação pode ser visto claramente conforma a asa se movimenta.
A explicação para o resultado é que as asas girantes dos insetos podem gerar muito mais sustentação do que era previsto pela teoria da aerodinâmica - até duas vezes mais. A sustentação extra é gerada por um vórtice em forma de tornado que gira paralelamente à borda dianteira da asa. Esse vórtice diminui a pressão sobre a asa e puxa-a para cima, sustentando o peso do inseto no ar.
Observando cuidadosamente o movimento no tanque de óleo, Lentink e seu colega Michael Dickinson observaram que o movimento giratório da asa gera a sustentação de forma mais eficiente.

Compreender melhor para copiar bem

Contudo, a pesquisa não responde a todas as perguntas, sobretudo, como construir um robô que consiga voar por horas como uma mosca, enquanto os mais eficientes microrrobôs e suas microbaterias não conseguem ficar no ar por mais do que uns poucos minutos. "Com uma forma tão eficaz de armazenamento de energia e motores musculares, as moscas são muito menos dependentes da eficiência energética do que os nossos melhores robôs voadores," diz Dickinson.
"Nós poderemos continuar a aprender com a natureza como melhorar os projetos de nossos robôs voadores, mas não sem um melhor entendimento de por que as moscas voam tão bem," conclui ele.
Os microrrobôs veem sendo alvo de intensas pesquisas devido às inúmeras possibilidades de sua utilização, que vão desde a exploração de Marte até operações de resgate e salvamento em locais de desastres naturais.

Óculos interativos inteligentes atendem a comandos dos olhos


As telas incorporadas em óculos e em capacetes já fazem parte do dia-a-dia dos pilotos de caças. Há especulações de que algumas equipes de Fórmula 1 já os utilizam, mas esses equipamentos continuam na categoria de promissores, não tendo ainda conquistado um uso mais largo, nem mesmo nos games e ambientes de realidade virtual.

Óculos interativos inteligentes

Agora, engenheiros alemães resolveram dar um incremento nesses equipamentos-conceito, incorporando-lhes "inteligência": utilizando um minúsculo chip com um rastreador do olho, os novos óculos interativos permitem que o usuário selecione os dados a serem visualizados - e isto usando apenas o próprio olhar.
Essas minúsculas telas, conhecidas pela sigla HMD ("Head-Mounted Displays": telas montadas na cabeça), até agora eram uma via de dados de mão única, apenas mostrando informações. "Nós queremos tornar esses óculos bidirecionais e interativos, para que novas áreas de aplicação se abram," explica o Dr. Michael Scholles, do Instituto Fraunhofer.

Comandos com os olhos

Os novos HMDs são conectados a um PDA, responsável por detectar os comandos emitidos pelos olhos do usuário e acionar o programa rodando no computador principal, que envia os dados para os óculos.
O objetivo da inovação é dar aos projetistas e engenheiros uma forma de selecionar rapidamente uma parte do projeto para dar um zoom. Tudo o que o usuário precisa fazer é fixar o olhar em determinado ponto da imagem. Sem usar diretamente qualquer outro equipamento - nem mouse e nem teclado - é possível abrir um menu, selecionar opções e até alterar as imagens mostradas.

Chip orgânico

O chip mede 19,3 por 17 milímetros. No protótipo ele está fixado na parte superior da armação dos óculos. A imagem da microtela é projetada diretamente na retina do usuário, dando a sensação de que ela está sendo visualizada de uma distância de cerca de um metro.
Como a imagem precisa superar a claridade do ambiente, os pesquisadores tiveram que apelar para os LEDs orgânicos, diodos emissores de luz estado-da-arte, capazes de gerar uma luminosidade muito elevada em comparação com os LEDs tradicionais.
Além dos engenheiros, os pesquisadores esperam que os novos óculos encontrem uso também entre os médicos e cirurgiões, que poderão acessar dados do paciente e imagens de exames enquanto fazem a operação.

Revista impressa terá anúncio em vídeo

Uma revista norte-americana lançará, na edição que chega às bancas no próximo mês, um anúncio que tocará um vídeo, que poderá ser repetido à vontade do leitor.
A novidade é uma arma de marketing pioneira lançada pela rede de TV americana CBS e pela fabricante de refrigerantes Pepsi - um microprocessador contendo cerca de 40 minutos de áudio e vídeo que será incluído nas páginas da revista impressa Entertainment Weekly a partir do mês que vem.

Vídeo em revista impressa

O microprocessador de 2,7 milímetros de espessura, com uma tela LCD de resolução de 320 x 240, começará a rodar assim que o leitor virar a página do anúncio.
Com um toque, será possível assistir a trechos de seriados novos e consagrados da CBS - como a comédia Two and a Half Men e o policial NCIS: Los Angeles - e um anúncio da Pepsi para promover seu novo refrigerante diet "para homens".
A tecnologia, desenvolvida pela empresa Americhip, de Los Angeles, é a mais nova aposta dos marqueteiros para fisgar um público cada vez habituado ao uso das novas tecnologias.

Vídeo-em-impressão

"A melhor maneira de 'provar' nossos novos programas é ver trechos, e isso nunca foi possível em um anúncio impresso", disse o presidente do CBS Marketing Group, George Schweitzer.
"A Entertainment Weekly é o lugar ideal para esse anúncio de vídeo-em-impressão, que é divertido em si mesmo e particularmente apropriado para um grupo de leitores sintonizados com novas mídias."
O chip virá com uma bateria capaz de durar até 75 minutos, que poderá ser recarregada através de um cabo USB que acompanha o anúncio.

Tecnologia cara

Nem a Pepsi nem a CBS revelaram o custo da iniciativa. Em uma coletiva de imprensa na quarta-feira, Schweitzer evitou responder a perguntas de jornalistas nesse sentido: "Custará mais do que uma lata de Pepsi", se limitou a dizer.
As cifras foram alvo de especulação nos jornais financeiros desta quinta. Citando, sem identificar, um executivo do mercado editorial familiarizado com a tecnologia, o britânico Financial Times estimou que para veicular tal anúncio em 100 mil cópias da revista seria necessário desembolsar uma "quantia de sete dígitos".
"Isto significaria um custo de vários dólares por cópia. Em contraste, um anúncio a cores de página inteira na Entertainment Weekly custa cerca de 9 centavos de dólar por cópia", disse o jornal.

Computador que aprende

Cientistas da HP conseguiram incluir uma camada de memristores em um processador de silício tradicional, comprovando que esse novo componente eletrônico funciona em conjunto com os componentes eletrônicos tradicionais e abrindo caminho para sua chegada ao mercado a curto prazo.



O que é memristor?

O memristor é considerado o elo perdido da eletrônica, um componente eletrônico com um comportamento similar ao do resistor, mas capaz de "lembrar seu passado", o que significa que ele funciona como uma memória não-volátil.
O memristor foi previsto teoricamente em 1971 pelo então jovem professor Leon Chua, da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos. Mas o dispositivo permaneceu como um componente quase lendário até o ano passado, quando os engenheiros conseguiram construir um memristor pela primeira vez, utilizando técnicas da nanotecnologia de última geração.

A descoberta do memristor

Desde que a eletrônica foi criada, ainda na época das válvulas eletrônicas, os cientistas e engenheiros sempre montaram os circuitos utilizando três blocos básicos: resistores, capacitores e indutores. Mas, em 1971, Leon Chua percebeu que estava faltando algo ao estudar como as quatro variáveis básicas de um circuito - tensão, corrente, carga e fluxo - se relacionam com esses três elementos.
Cada um dos três blocos básicos da eletrônica se relaciona com duas das quatro propriedades eletrônicas dos circuitos, criando uma cadeia que conecta a carga ao fluxo por meio da tensão e da corrente. Mas a matemática não-linear de Chua mostrava que deveria haver um quarto componente, capaz de ligar diretamente fluxo e carga.
Ele então batizou esse elo perdido da eletrônica de memristor - uma junção livre dos termos memória e resistor. E previu que esse quarto componente eletrônico fundamental teria propriedades que não poderiam ser duplicadas por nenhuma combinação dos três outros componentes.

Da teoria à prática

Tudo isto permaneceu no campo da teoria até o início do ano passado, quando cientistas comprovaram a existência do quarto componente eletrônico fundamental.
Agora as coisas parecem estar andando muito mais rapidamente. Apenas um ano e meio desde a demonstração do memristor, ele já está no interior de um chip trabalhando em conjunto com seus companheiros mais antigos e mais conhecidos.
Os memristores se comportam mais ou menos como os resistores - que simplesmente oferecem uma resistência à passagem da corrente elétrica. A sua grande vantagem é que ele consegue "lembrar" da última corrente que passou por ele, funcionando como uma memória, que poderá substituir tanto as memórias DRAM dos computadores quanto as memórias de dispositivos móveis, como os pendrives.

Substituto do transístor

Mas as vantagens dos memristores vão muito além de simples substitutos das memórias. Eles são excelentes substitutos dos transistores. Os pesquisadores afirmaram que cada memristor individual se mostrou capaz de substituir de 7 até 12 transistores, dependendo do papel que ele


desempenha dentro do chip

Melhor ainda: enquanto os transistores exigem a presença de energia constantemente, o memristor mantém sua memória mesmo quando a energia é desligada. Toda a perda de energia que acontece nos chips atuais deixa de existir nos pontos onde o memristor substitui os blocos de transistores, diminuindo o consumo de energia do processador e, por decorrência, seu aquecimento.

Fabricação dos memristores

No estágio atual de desenvolvimento, os memristores são construídos em uma grade de nanofios. Cada junção entre dois fios é um sanduíche cujo recheio é um aglomerado de partículas de dióxido de titânio. É esse sanduíche que é o memristor.
No experimento agora feito, a camada de memristores foi colocada sobre a camada do processador CMOS tradicional. Fios de cobre são utilizados para conectar os memristores com os demais componentes do chip. A adição da camada de memristores transformou o chip original em um FPGA (Field-Programmable Gate Array), um tipo de chip que pode ser fisicamente reconfigurado depois que ser fabricado.

Boot instantâneo

As possibilidades de avanços na eletrônica e na informática, graças ao advento do memristor, são praticamente inumeráveis. Duas delas, contudo, ganham destaque facilmente, graças à capacidade dos memristores de funcionarem em dois modos: modo digital e modo analógico.
A primeira possibilidade, baseada no modo digital de ser dos memristores, é a substituição das memórias RAM tradicionais por memórias não-voláteis, que não perdem o conteúdo quando a energia é desligada. Isto significa, por exemplo, que você poderá desligar o seu computador com todos os programas abertos e, ao religá-lo, continuar o trabalho instantaneamente, uma vez que não será preciso aguardar todo o processo de boot, abertura dos programas, reabertura dos arquivos e assim por diante.

Computadores que aprendem

A segunda possibilidade é ainda mais futurística e utiliza o modo analógico do novo componente eletrônico.
Os pesquisadores demonstraram que a forma de funcionamento dos circuitos dotados de memristores lembra muito o comportamento de organismos vivos muito simples. Organismos vivos são "analógicos", e não digitais como os computadores. Isto abre o caminho para a criação de computadores capazes de aprender, onde os memristores comporiam uma espécie de "sinapse artificial," criando computadores "neuromórficos."
Não será ainda um chip parecido com o cérebro humano, mas, ainda assim, será um chip capaz de aprender a reconhecer padrões. Hoje, qualquer capacidade de "aprendizado" dos computadores é baseado nos softwares que eles rodam. Com os memristores, o próprio hardware se tornará capaz de aprender.
O computador se tornará capaz, por exemplo, de adaptar sua interface com o usuário dependendo da forma como o usuário interage com ela. Essa capacidade também poderá ser explorada em programas de inteligência artificial como os utilizados para reconhecimento de faces e de linguagem.

Telas flexíveis estão próximas da realidade

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A idéia de um celular ou outro aparelho eletrônico com tela flexível, que possa ser enrolada como uma folha de papel, pode estar mais perto da realidade depois que o Flexible Display Center da Universidade Estadual do Arizona, nos EUA, e a Universal Display Corporation anunciaram uma descoberta que pode simplificar o processo e, conseqüentemente, reduzir o custo de produção de telas flexíveis.
Os meios para produzir estas telas, baseadas na tecnologia de LED orgânico (
OLED), já existem e foram demonstrados por empresas como a Sony e a Samsung, mas ainda são caros. O problema é que até o momento só é possível produzir telas muito pequenas, de no máximo quatro polegadas, e com custo altíssimo, o que as confina a laboratórios ou vitrines blindadas em eventos lotados de jornalistas.
Esta nova tecnologia desenvolvida pelo Flexible Display Center e pela Universal Display pode tornar a produção de telas flexíveis mais "amigável" às indústrias.
A descoberta está relacionada ao meio usado para prender os LEDs no filme plástico flexível empregado como substrato. Essa é a parte mais complicada do processo. Funciona como aquelas tatuagens de decalque que vinham em chicletes, mas ao contrário: a matriz de LEDs é montada sobre uma base de vidro. O substrato plástico é, então, aplicado sobre a matriz. Os LEDs "grudam" no substrato e a partir daí basta descolá-lo da base de vidro.
O resultado é uma tela de 4.1 polegadas com resolução QVGA (320 × 240 pixels) pronta para o uso. Pela complexidade, o processo industrial ainda precisa ser refinado para permitir produção em larga escala, mas já é um avanço grande se comparado ao que se tinha até então.
Além do problema de produção, a tecnologia apresenta ainda outro inconveniente. A grande vantagem do Flexible Display Center e da Universal Display é usar a tecnologia PHOLED (LED Orgânico Fosforecente) em suas telas, o que converte até 100% da energia elétrica em energia luminosa, em vez dos 25% da tecnologia OLED convencional. Entretanto, como os LEDs são monocromáticos, emitindo luz verde fluorescente sobre fundo preto, o resultado lembra muito os antigos monitores de fósforo verde.
Por isso, segundo as empresas, pelo penos por enquanto sua tecnologia deve ser usada principalmente em aplicações militares e industriais, que têm durabilidade e baixo consumo como requisitos básicos. Ainda não há data prevista para comercialização.

CEO da Microsoft flagra funcionário com iPhone

Aparentemente foi tudo uma brincadeira no escritório, mas dizem que em uma reunião interna em Seattle, enquanto animava sua audiência com seus tradicionais gritos furiosos, Steve Ballmer avistou um funcionário da divisão Windows tirando fotos dele com um iPhone.
Ele então teria tomado o iPhone do empregado, feito alguns comentários engraçadinhos e levantado o aparelho enquanto as pessoas vaiavam (o iPhone). Ballmer fingiu jogar o aparelho no chão e pisar nele, depois voltou para o palco, enquanto tudo isso era mostrado na tela de projeção atrás dele.
O que aprendemos hoje, crianças? Que o Steve Ballmer tem senso de humor. E que você deve guardar o seu iPhone se ele estiver por perto. Como um outro empregado da Microsoft disse no Twitter: "Você não deve ir buscar o CEO da Chevy num BMW."

Desktop DELL com monitor sensível ao toque

quinta-feira, 10 de setembro de 2009


No mês de março, chegou no Japão o mais novo multi-touch da Dell. A partir de agora eles estará disponível nos Estados Unidos e na Europa. Estamos falando do Dell Studio One 19, que estará com preços extremamente amigáveis.
Como podemos notar nas fotos, o Dell Studio One 19 tem um design simples e bonito, e ainda te deixa com muito espaço sobrando, já que ele é muito slim. O desktop tem 4 opções de cor: vermelho, azul, rosa e preto. E uma cor especial sólida, o branco.
Todos os modelos vem com display 16:9 de 18.5 polegadas, gravador de CD/DVD e DL e Webcam 1.3 megapixels. O restante da configuração varia de acordo com o modelo escolhido. O mais básico custa US$ 699, veja a seguir todas as opções.

Dell Studio One 19 US$ 699
Processador Intel® Pentium® Dual Core E5200 2.5GHz
Windows Vista™ Home Basic 32Bit
2GB DDR2 SDRAM 800MHz
HD 320GB 7200 RPM SATA
Placa de video nVidia GeForce 9200

Dell Studio One 19 US$ 799
Processador Intel® Pentium® Dual Core E52002.5GHz
Windows Vista™ Home Premium 64Bit
3GB DDR2 SDRAM 800MHz
HD 320GB 7200 RPM SATA
Placa de video nVidia GeForce 9200

Dell Studio One 19 US$ 899
Intel® Core™ 2 Duo Processor E7500 2.93GHz
Windows Vista™ Home Premium 64Bit
3GB DDR2 SDRAM 800MHz
HD 500GB 7200 RPM SATA
Placa de video nVidia GeForce 9200

Dell Studio One 19 US$ 994
Intel® Core™ 2 Quad Processor Q8200 2.33GHz
Windows Vista™ Home Premium 64Bit
4GB DDR2 SDRAM 800MHz
HD 500GB 7200 RPM SATA
Placa de video nVidia GeForce 9400

Existe ainda a possibilidade de melhorar ainda mais o Desktop. Com US$ 150, você terá um HD de 750 GB e um drive Blu-ray.

Robô, controle remoto e celular

sexta-feira, 4 de setembro de 2009


PaPeRo

O PaPeRo é um robô da NEC, parecido com um anão metálico que conversa com o dono de forma intuitiva, além de aprender um pouco sobre cada pessoa que convive com ele - e memorizar seus rostos. Ele funciona também como controle remoto e celular.

Internet 40 Gbps


Muito em breve será possível navegar nas nossas casa a 40Gbps, isso significa que poderemos fazer tudo mas mesmo tudo pela Internet sem qualquer limitação a nível de velocidade ou tráfego ...
Esta tecnologia começa a ser implantada no nosso pais para utilização domestica uma vez que para utilização profissional já existem alguns locais com está tecnologia.
O nome já é sobejamente conhecido e chama-se "Comunicação por Fibra Óptica".
Mas afinal o que é a Fibra Óptica, está tecnologia é constituída por um cabo fino e longo, de vidro muito puro, com o diâmetro aproximado de um fio de cabelo, disposto em feixes chamados de cabos ópticos e usados para transmitir sinais de luz ao longo de grandes distâncias (Existem fibras ópticas que podem ser deitas de plástico ou de uma mistura de ambos.

O cabo de fibra óptica possui as seguintes componentes:
* Núcleo - Minúsculo centro de vidro , no qual a luz viaja;
* Interface - material óptico externo que circunda o núcleo e reflecte a luz dentro núcleo;
* capa Protectora - revestimento plástico que protege a fibra de danos e humidade;

Apesar de só hoje se começar a falar de fibra óptica o "Eureka" já vem desde 1840. O principio de que a luz pode ser guiada por efeito reflector, podendo ser transportado em curva, foi pela primeira vez demostrada por Daniel Colladon e Jacques Babinet, em Paris.

Projetor super portátil


O Pico PK-101 é um mini projector LCD que cabe na palma da mão. Ele pesa apenas 114 gramas e projecta imagens (Foto e Vídeo) de qualquer dispositivo USB em uma resolução de 480 x 320 megapixels, com este estilo todo o James Bond fica para traz e de boca aberta a ver está maravilha a projectar os filmes e imagens do nosso dispositivo.
O preço é que não é muito famoso 399$. Mas quem tiver gosto por todas as novidades e ainda por cima das que impersionam qualquer um, este é o gadject ideal.

Nokia E71


Ha dias Troquei o meu N95 pelo mais profissional E71 e acho que não me vou arrepender devido a ser o E71 mais prático e o facto de ter o teclado faz com que este terminal seja bastante mais eficaz do que o famoso N95.
É claro que o E71 não tem uma camera de 5Mp nem acelarometro mas também não vejo grande necessidade destas especificações para o meio profissional, acho que o que ira alterar este pensamento será o novo N97 que esse sim já tera finalmente tudo incorpurado num só aparelho mas até la fico com o E71 e aconselho a quem quiser fazer um uso mais profissional do terminal.
Aqui ficam as caracteristicas deste terminal (E71).

Você em outra dimensão


A partir de agora assistir vídeos com o iPhone e outros gadgets irá ser uma experiência bombástica e sentado.
O iWear AV310 Widescreen, anunciado pela empresa americana Vuzix é um óculos projector utilizado para assistir vídeos e mais, em uma projecção criada bem próximo aos seus olhos. As lentes do iWear mostram uma tela de 1,30 metros a 2,70 metros de distância.
Os óculos exibem as imagens em formato widescreen (ou seja, na proporção 16:9), tem capacidade para renderizar imagens 3D, é adaptável a iPods, celulares ou Cameras (MP4 infelizmente não vale), compatibilidade para aparelhos com saída de vídeo (NTSC ou PAL, pode rodar até 5 horas de vídeos e o melhor: (segundo a fonte) funciona com apenas uma pilha AA.
O aparelho que ainda tem foco automático, para evitar desconforto visual; sairá em breve em solo norte-americano e com o preço de US$ 249,95.
Nota: Assista aos vídeos sentado ou deitado - nunca ande, dirija ou corra com esses óculos!

Telas flexíveis

terça-feira, 28 de julho de 2009

Eis que está muito próximo o tempo em que você pegará o monitor do seu computador e fará dele um rolo para torná-lo um aspirante a megafone. Afinal, a Samsung acaba de apresentar sua primeira tela AMOLED completamente flexível.

O protótipo de 6,5 polegadas, segundo o fabricante, tem tempo de reposta mil vezes mais rápido que um LCD convencional e custo de produção mais baixos que os modelos semelhantes.

Eles também garantem que o produto é mais flexível que a prole da concorrência. Bem, não preciso nem falar, né? Só confirmaremos isso quando todas telinhas flexíveis resolverem dar o ar da graça por aqui, sabe se lá quando.

Se isso será algo útil aos monitores convencionais, realmente não sei opinar. Mas, com certeza a tecnologia tornará o Kindle muito mais verossímil. Ih, com telas versáteis assim, será que declararemos de vez a extinção do papel?

Filmadora Panasonic com zoon de 70 X

Com zoom de 70x, filmadoras Panasonic H80 e S26 agradam os paparazzi
Depois dessa história toda de internet, YouTube e afins, câmera fotográfica deixou de ser o único apetrecho obrigatório de um
paparazzo que se preze. Por isso mesmo (e por outras razões também), a Panasonic acaba de trazer ao Brasil a H80 e a S26, suas duas filmadoras com zoom ótico de 70 vezes.
Híbrida, a H80 (apresentada acima) vem com disco rígido de 60 GB e entrada para cartão de memória SD. A S26, por sua vez, só grava em SD. Mas ambas possuem widescreen de 2,7 polegadas, sistema de reconhecimento de faces, estabilizador óptico de imagens e a função de pré-gravação. Tudo gravado bonitinho? Então, os modelos mandam seus vídeos direto para o YouTube.
Lançadas no Brasil essa semana, a H80 custa encantadores 2 299 reais, enquanto a S26, 1 799 reais.

Novo monitor Dell

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Novo monitor da Dell, o ST2010, segue o estilo Studio XPS

Atendendo pela sigla ST2010, o novo monitor de 20 polegadas da Dell acaba de dar o ar da graça lá pelas terras do Oriente,
dentro das fronteiras de Hong Kong. Achou o estilão dele conhecido? E é mesmo. O design é inspirado na linha Studio XPS. O caminho para o Ocidente ainda não tem data marcada, mas espera-se que ele chegue às Américas empacotando conexões HDMI e VGA em suas dimensões de 36,2 por 49,1 por 19,3 centímetros. Ele possui resolução de 1 600 por 900 pixels e proporção de 16:9. O monitor tem taxa de contraste de 1000:1 e tempo resposta de 5 ms.
Espera-se que ele aterrise nos Estados Unidos com etiquetas de 120 a 130 dólares.

Nova Toshiba 57" full HD

TV de 57" full HD da Semp Toshiba é de encher os olhos. E esvaziar os bolsos


Recheada de sugestões para deixar você triste ao pensar no seu atual ambiente doméstico (e na crise), a Casa Cor começa amanhã. E entre os apetrechos de decoração, ela traz a nova linha de TVs da Semp Toshiba, capitaneada por um LCD full HD de 57 polegadas.
A 57XV500DA possui nada menos que 145 centímetros diagonais de tela, taxa de contraste dinâmico de 8000:1 e brilho de 500cd/m². Ela vem ainda com sintonizador digital integrado. Duas portas HDMI, duas entradas de vídeo composto, entrada S-Vídeo e Vídeo Componente completam as especificações do produto. A 57XV500DA está a venda no site do fabricante pela bagatela de 39.990 reais.

Lenovo mostra seu novo desktop tudo-em-um

Na corrida da nova moda entre os desktops, os tudo-em-um, a Lenovo mostrou sua nova opção. O C300, lá fora, tem preço bacana e configurações modestas, podendo fazer você lembrar-se de um netbook. Dentro dele você encontra um processador Intel Atom 230 de 1,6 GHz, memória de 1 ou 2 GB em DDR2 e placa de vídeo integrada. O disco rígido pode ser de 160 a 640 GB e ele conta com Wi-Fi, mas padrão a/b/g, ou seja, nada de n. Por aqui, já passou um desktop como esse, o Wind Top AE1900, da MSI, lembra? Por fora, o C300 tem tela de 20 polegadas, 6 entradas USB, um leitor de cartões multimídia, câmera de 1.3 megapixels. Por mais que a configuração não seja muito empolgante, o preço anima: 450 dólares, bem menos do que a média dos tudo-em-um.

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