Namoro e Encontros

No Meu Coração Você Sempre vai Estar - Ed Motta

domingo, 27 de setembro de 2009

You'll Be In My Heart - Você estará em meu coração - Phil Collins

En Mi Corazon Viviras - Phil Collins

Sabor de Mel - Damares

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Deus do impossível - Jamily

Régis Danese - Faz um milagre em mim

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Home theaters para quem não tem espaço sobrando em casa


Com espaços cada vez mais reduzidos, é um incômodo instalar sistemas de home theaters com muitas caixas acústicas, como no caso dos 5.1, 6.1 ou 7.1. Como não há lugar para espalhar as caixas pelo cômodo e queremos dar um upgrade no som da TV, precisamos de home theaters pequenos, que caibam em nossa sala ou nosso quarto.

Compactos, mas com qualidade sonora

Normalmente compramos um home theater quando o som da TV não nos satisfaz mais. Então, buscamos um aparelho que nos dê uma sensação próxima a oferecida em um cinema, na comodidade da nossa casa. É aí que entram os home theaters.

Os equipamentos são formados por um receiver e caixas acústicas, responsáveis por distribuir o som pelo ambiente, dando a sensação de estar dentro da cena do filme. Os mais comuns hoje em dia são os 5.1, formado por 5 caixas acústicas e 1 subwoofer, responsável pelos graves.

O problema é que um dispositivo 5.1 ocupa muito espaço. Nesse caso, podemos optar por aparelhos menores, que são home theaters com apenas 2 caixas acústicas no caso dos 2.0 e 2 caixas acústicas mais subwoofer, no caso dos 2.1.

Fiat 500 Sport e Abarth chegam para agitar os mini carros

O segmento dos subcompactos de diversão importados está badalado desde o início do ano. E a Fiat não quer perder a festa. A partir de 1º de outubro, a montadora italiana começa a vender no país o 500, pequenino hatch retrô fabricado em Tychy, na Polônia. Lançado em 2007 e com desenho inspirado no Nuova 500, de 1957, o modelo virá inicialmente na versão Sport equipada com o motor 1.4 litro 16V a gasolina de 100 cv de potência. Os preços ficarão entre R$ 60 mil e R$ 70 mil. Valores maiores que os pedidos nos dois rivais diretos, o Smart fortwo, vendido por R$ 57.900 na versão cupê, e o Volkswagen New Beetle, disponível por R$ 55.410 na configuração 2.0 com câmbio manual.

A montadora italiana também vai aproveitar o lançamento do Cinquecento, como é chamado na Europa, para avaliar a receptividade do 500 Abarth T-Jet, versão de alto desempenho modificada pela divisão esportiva da marca. O modelo é equipado com o mesmo propulsor 1.4 litro a gasolina de quatro cilindros em linha e 16 válvulas. Só que a unidade de força no 500 Abarth é sobrealimentada por um turbocompressor com intercoller.


Na versão Sport, o motorzinho 1.4 é acoplado a um câmbio manual de seis marchas e produz 100 cv aos 6 mil giros, além de um torque de 13,3 kgfm aos 4.250 rpm. Com o turbo, esse rendimento sobe para 135 cv aos 5.500 giros e 21 kgfm de torque, livres a partir dos 3 mil rpm. O câmbio também muda: no Abarth, a caixa é manual de cinco marchas. Caso tenha sua importação confirmada até o fim do ano, o 500 "apimentado" terá preços mais elevados, próximos de R$ 80 mil. Por esse valor, o modelo brigará com o Mini Cooper, trazido pela BMW desde janeiro e oferecido a partir de R$ 92.500.

Em relação ao Cinquecento convencional, a versão Abarth tem para-lamas alargados para receber as rodas de liga leve de 16 ou 17 polegadas, para-choques esportivos com entradas e saídas de ar, escape duplo cromado na traseira, retrovisores externos e adesivos vermelhos e a suspensão mais baixa e rígida - para suportar o desempenho mais forte. No interior, sai o símbolo da Fiat e entra o escorpião da Abarth.

Tanto o 500 Sport quanto o Abarth devem oferecer diversas configurações de acabamento, com mais de dez opções de cores para carroceria e revestimento dos bancos. Ambos os modelos, porém, já vêm bem servidos da Europa. A lista inclui ar-condicionado digital, direção elétrica, volante multifuncional com ajustes de altura e profundidade, trio elétrico, computador de bordo, sensores de chuva, de luminosidade e de obstáculos e o sistema Blue&Me, com rádio/CD/MP3, Bluetooth para celulares e entradas USB e para iPods.

No quesito segurança, estão disponíveis freios com ABS e EBD, controle eletrônico de estabilidade e de tração e sete airbags - frontais, laterais, do tipo cortina e de joelhos para o condutor. Um conteúdo bem completo, que tenta justificar os preços elevados. Mas o 500 é um carro de imagem e é nisso que a Fiat aposta.

IMPRESSÕES AO DIRIGIR/FIAT 500 SPORT

Num primeiro olhar, o pequeno 500 reúne no interior muitas das soluções aplicadas no Fiat Panda. A semelhança fica evidente, por exemplo, em partes do painel, como no console central com a manopla do câmbio integrada.

Só e o habitáculo do Cinquecento se caracteriza por uma riqueza de detalhes e um estilo próprio - com acabamento mais refinado que o do compacto de entrada da montadora italiana na Europa. Volante e bancos são revestidos de couro, há peças em duas cores e montagem precisa. O hatch retrô oferece ainda o sistema Blue&Me, com "gadgets" como entradas USB e para iPods, conjunto que distancia o modelo do ambiente mais espartano do Panda.

É em movimento, porém, que o 500 mais agrada e se mostra urbano. O modelo tem ótimo acerto de suspensão, com comportamento suave sobre o asfalto, além de uma posição de dirigir bastante prática e agradável.

No caso da versão Sport, o sufixo tem mais presença no nome que propriamente no desempenho. O motor 1.4 litro com 16 válvulas e 100 cv de potência tem uma subida de giros bastante linear, mas exige uma tocada mais esportiva para se extrair mais força. A unidade demora um pouco a encher em baixas rotações, com o torque de 13,3 kgfm despejado por inteiro somente aos 4.250 rpm.

Por outro lado, o câmbio de seis marchas têm ótimo escalonamento, sem buracos entre as relações e com engates curtos e precisos. Assim, o motor 1.4 não chega a ser moroso. E a ergonomia interior agrada bastante. A alavanca integrada no painel fica próxima ao volante, posicionada mais acima e com excelente acesso. E há ainda o modo esporte, acionado por um botão no console central. O recurso deixa a direção elétrica e o acelerador mais sensíveis aos movimentos e torna as respostas mais ágeis. Sem falar na melodia doce do motor.

IMPRESSÕES AO DIRIGIR/500 ABARTH

Há automóveis que valem serem contemplados antes de conduzidos. Mas há outros que, após o primeiro olhar, a vontade de pegar no volante é imediata. É o caso do 500 Abarth. A estética da versão esportiva é, no mínimo, sedutora e faz jus à história iniciada pelo piloto e empresário Carlos Abarth, que, no final dos anos 50, decidiu pegar um Fiat 500 e fazer modificações para deixá-lo com desempenho mais agressivo.
Nas pistas de competição, essas mexidas fizeram muito sucesso na época. E, desde então, a imagem do escorpião tem sido utilizada volta e meia pela marca italiana. Só que nenhum dos modelos recentes ficou tão apelativo quanto o 500 Abarth.

Por fora, ele ostenta riscos vermelhos nas laterais, rodas de liga leve imponentes de 17 polegadas, um aerofólio e duas ponteiras de escape encaixadas nas pontas do para-choques traseiros, entre os difusores de ar.

Ao acessar o interior, a sensação de esportividade se mantém forte, com bancos cobertos em couro, volante com a base achatada, pedaleiras de alumínio e um quadro de instrumentos com indicador da pressão do turbo e uma luz que indica o momento exato para se passar a marcha sem castigar o pequeno propulsor 1.4 litros de 135 cv.

Este motor não é, propriamente, uma referência de esportividade. Mas a unidade oferece força suficiente para manter a diversão num patamar elevado. Com um reforço: o peso de 930 kg lhe permite ao veículo ultrapassar facilmente os 200 km/h e arrancar de zero a 100 km/h em 9,0 segundos.

Pode parecer perigoso trafegar a velocidades tão elevadas em um carro pequeno. Mas a estabilidade do 500 Abarth é inquestionável. Outro aspecto marcante é a sonoridade, que envolve o condutor com seus timbres agudos. Já o câmbio poderia ter um escalonamento mais curto. Mas trata-se de um modelo destinado ao sucesso.

Hidratante e filtro solar incorretos levam à acne em adultos

O uso de produtos inadequados está estendendo aos adultos uma queixa comum na adolescência. A acne, geralmente vinculada ao descontrole hormonal e de oleosidade dos jovens, também tem sido provocada por hidratantes e protetores solares nas peles mais maduras.


"Esses produtos podem induzir à acne medicamentosa, mantendo o problema em uma faixa etária em que não deveria mais existir", afirma Omar Lupi, presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia).

A famosa espinha é o problema de pele mais citado pelos brasileiros, segundo pesquisa do projeto DermaBrasil, divulgada hoje. Das 1.500 pessoas ouvidas em 11 cidades brasileiras, 56,4% afirmaram que têm ou já tiveram espinhas.

Uso de creme anti-idade em SP é o dobro do registrado no Rio

Segundo Lupi, boa parte dos casos pode ser explicada por outros dados da pesquisa que refletem a autoindicação de produtos. Das pessoas que usam filtro solar, apenas 18,4% o fazem com indicação médica. E o percentual é bem menor para hidratantes corporais (4,1%) e hidratantes faciais (6,9%).

"Quem se automedica para filtro solar pensa no preço, mas é preciso que o produto seja adequado à pele - e não é apenas uma questão de cor", diz o dermatologista. A oleosidade do produto, que pode ser em creme, loção ou gel, deve ser considerada, assim como o fator de proteção. "Os fatores mais altos tendem a ser mais oleosos."

Proteção diária

A pesquisa, parceria da SBD com a TheraSkin, mostrou ainda que 38,4% dos brasileiros usam protetor solar --13% o fazem diariamente.

"O número não é ruim. Mesmo nos países mais desenvolvidos o uso correto não é feito", considera Lupi.

O Rio de Janeiro e a região Nordeste são os campeões do uso esporádico. Entre os adeptos dos filtros solares, 71,7% e 64,4%, respectivamente, só passam o produto quando vão à praia e piscina ou em dias de muito sol.

Em todo o país, o fator de proteção 30 é o preferido, eleito por quase metade (48,6%) dos usuários de filtro.

BMW X1 aparece antes do lançamento no Brasil

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Não é segredo para ninguém que o mercado automotivo nacional vive um momento especial. Ao contrário de outros países, no Brasil as vendas de automóveis estão em alta e esse fenômeno não passa despercebido no exterior.

Prova disso é que a BMW do Brasil convocou a imprensa especializada para antecipar o X1, modelo que será apresentado oficialmente apenas no próximo Salão de Frankfurt, que ocorre em setembro. Segundo Jörg Henning Dornbusch, presidente da marca no Brasil, não terá concorrentes e inaugurará um novo segmento.
O presidente da BMW deixou bem claro que o evento não foi um lançamento. “Trata-se de um reconhecimento de nossa matriz à importância do mercado brasileiro”, explicou. A empresa alemã registrou, até julho, um crescimento de 20,4% na venda de veículos novos no país.
Ainda de acordo com Dornbusch, o X1 é um SAV (Sports Activity Vehicle), assim como os modelos X3, X5 e X6. A diferença, porém, é que a novidade reúne as características de um veículo compacto, ágil e urbano. E, ao contrário do que o nome pode sugerir, ele não é construído sobre a plataforma da Série 1, mas sim da Série 3. “Seu eu fosse obrigado a compará-lo, colocaria o X1 ao lado de um Série 3 Touring”, disse.
O presidente da empresa também confirmou que o BMW X1 será lançado no Brasil em dezembro, quando as primeiras unidades chegarão às concessionárias para a realização de test-drives. As vendas, contudo, terão início apenas no início de 2010. Inicialmente, o veículo estará disponível em versão única, equipado com motor 2.8 de 6 cilindros, 258 cv e tração integral. Não há estimativa de preço.

Moda Maculina Primavera Verão 2009

Os homens estão cada vez mais exigentes quando o assunto é moda. Já não é um assunto mais tão feminino; homens querem se vestir com conforto, beleza e estilo. Por esse motivo, a indústria da moda se abre cada vez mais para eles, lançando tendências a cada estação.

Cor, grafismo e brilho. Esses foram os aspectos que ficaram em primeiro plano nas tendências de moda masculina para a temporada de primavera verão 2009 .

A alfaiataria volta com força, com um aspecto mais fresco, das camisas aos ternos mais despojados, para serem utilizados de uma forma mais casual. As listras aparecem por toda parte e o xadrez vem um pouco mais tímido e discreto.

A sensualidade masculina também aflora no verão 2010. Enquanto a feminina se concentra nas transparências, a dos homens vem por meio de grandes decotes, que deixam boa parte do peito à mostra. Em formados arredondados ou em V, os decotes masculinos apelam ao erotismo. O tórax masculino recebeu um enfoque especial nessa estação.

A paleta de cores da moda masculina, geralmente mais sóbria, chega à primavera verão 2009 2010 com muitos tons vivos e brilhantes, dando um ar mais moderno a qualquer look. Muitos azuis, amarelos, cor-de-rosa em tons que variam do mais suave ao pink e diferentes tons de néon.

A moda masculina do próximo verão é audaciosa. No entanto, vale lembrar que os clássicos estão sempre presentes, de uma forma atualizada a cada estação. Para quem tem medo de ousar muito, pode apostar no tradicional, mesclando com os elementos diferentes da primavera verão 2009 2010 nos detalhes. O importante é adaptar as tendências ao gosto de quem veste e aproveitar a temporada mais quente do ano com muito estilo!

Milão Coleção Masculina primavera-verão 2009: Versace

A coleção Versace para a primavera-verao 2009 foi inspirada, ou seria melhor dizer, foi dedicada a Barack Obama.
Propõe um homem refinado. Com ária vagamente blasé.
Um homem que ama a agilidade mas deseja também uma vida tranquila, relaxada e usa apenas camisas de seda
Um guarda-roupa de cores claras. Beges que se misturam em varios raios de luz. Jaquetas de linhas sutis, calças espalmadas e sandálias
que se transformam em um must.

compre ou venda aqui seu carro